“Barulhinho Bom”

Quero colocar esse som num mp3, pra dar o play sempre que meus pensamentos forem mais barulho do que clareza. 
Colocar esse som numa caixinha pra eu poder abrir e espiar sempre que estiver com dificuldade pra enxergar as belezas da vida. 
Coloca-lo num spray pra eu dar uma bela respirada nele quando meu peito estiver muito pesado. 
Quero esse som num comprimido, pros momentos em que a vida parecer não ter lá muito remédio.
Quero que esse som me acompanhe, dentro de mim, se confundindo com as batidas do meu coração. 
Que é pra me lembrar todo o tempo da melhor coisa que já fiz na minha vida! ❤️

(ps.: o post de 10 meses do Dante virá um pouquinho atrasado pq ontem o dia foi mais meu do que dele – completei 31 aninhos! 😉)

“Together we’ll survive”

De vez em quando me bate uma saudade brutal de vir aqui escrever amenidades, de vir contar meus planos, escrever meu diário, dividir com vocês meu fim de semana, nossas, conquistas, etc.

Só que do jeito que a vida está, tem faltando tempo pra isso aqui, infelizmente… Às vezes, aliás, me sinto bem incompetente de não conseguir direito dar conta do blog “só porque agora tenho dois filhos”… tanta gente por aí tão cheio de filho e dando conta de tanto mais coisas do que eu, parece…rs

Mas a verdade é que essa coisa do “agora tenho dois filhos” mexeu comigo de uma maneira muito intensa. Me desestabilizou de um jeito que eu não esperava. E o trabalho de botar tudo de volta no (novo!)  lugar está sendo árduo e longo. Sigo nele, claro!

 

Já contei um pouco aqui das dificuldades dos últimos meses e outra hora venho contar mais… Porque pode não parecer por esse começo melodramático de post (rs), mas hoje o texto é pra falar de leveza e encontros!

Lucas acabou de passar duas semanas do outro lado do mundo, lá na China! Duas semanas em que morremos de saudades do papai e em que eu fiquei sozinha com as crias por aqui!

E, não vou mentir, eu estava bem assustada com essa perspectiva! Com medo do cansaço,  claro, mas mais do que tudo com medo da intensidade desses dias que seriam 24h intermináveis emendando em outras 24, depois outras 24, sem nenhum respiro, sem nenhuma mão extra… Tava com muito medo de pirar (mais ou de novo? rs), de perder o estoque de paciência logo nos primeiros dias e tudo virar de cara uma grande merda, enfim…

Mas agora que sobrevivi a esses 13 dias infinitos deu vontade de vir aqui contar que foi bem menos difícil do que eu tinha imaginado – tudo nessa vida é uma questão de perspectiva, né?! hehehe)

Foi cansativo pra caramba! Foi intenso demais!

Tivemos crises alérgicas com amigos precisando correr na farmácia pra mim as 11 da noite. Tivemos (ainda temos, no caso) bebê doente passando algumas noites praticamente em claro. Tivemos brigas e muito choro. Mas tivemos também amigos acolhedores – obrigada!! E tivemos uns momentos lindos de calmarias entre nós 4 (Maní incluída!). Uma coisa de eu de repente olhar em volta e perceber uma paz no ambiente, com cada filho “lendo” um livro num canto, ou brincando na sua – às vezes até juntos mesmo! ❤ E de muitas vezes encontrar a paz estando simplesmente junto deles três! ❤ ❤

 

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Nesses dias teve um Dante, diretamente do seu posto de rei da fofura, conquistando novos feitos, me mostrando como está crescendo, saindo de um hiper salto de desenvolvimento mais maduro, mais capaz e, como pode?!, mais fofo!! rs

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Teve uma Cecília sentindo muito a falta do pai, muito carente de colo de mãe. E que também deu um salto incrível nos últimos dias! Uma coisa linda de conseguir nomear sentimentos, de conseguir pedir colo ao invés de jogar qualquer coisa no chão (sim..teve muito disso tb..rs), de pedir seu lugar de “bebê da mamãe” enquanto estava também toda trabalhada em ser companheira, me ajudar muito, cuidar do irmão…tão crescida! Tão figura! Tão gostosa!

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No final do sábado, enquanto Lucas já estava no avião chegando por aqui, saí com os dois pra tomar um lanche e fiquei admirando o que tinham sido esses dias… Orgulhosa demais dos meus dois amores!

 

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E orgulhosa demais de mim, também! Porque um negócio que tenho cada vez mais claro é esse: quem dita o clima aqui de casa sou EU! Mesmo que um esteja doente e o outro impossível, ou um com sono e o outro com fogo no rabo, ou os dois chorões… quem dita o caminho para qual essas coisas vão caminhar, sou eu! Eu posso entrar no clima péssimo e deixar o caos se instaurar ou posso conseguir contornar a bagunça (nem que seja só a emocional às vezes) e terminar o dia com um pouco de paz! Óbvio que não tenho assim tanto controle de tudo o tempo todo – especialmente o controle de mim mesma, acho…hehehe – mas tenho estado mais consciente dos meus sentimentos e das minhas reações  e notado uma diferença enorme no rumo das coisas com os pequenos!
Espero conseguir trabalhar e evoluir mais nisso!!

E espero voltar mais nesse blog! Mesmo!

Aliás, tenho duas novidade enormes no forno… mas por enquanto vou deixar todo mundo curioso!!! ;P

Beijos e obrigada pela leitura sempre carinhosa e paciente!

“Deixar o seu amor crescer e ser muito tranquilo” – 9 meses

Dante,

 

Sempre ouvi por aí do medo que as mães têm, em uma segunda gravidez, de não amar o segundo bebê como já amam ao primeiro filho…
Mas quero te contar: nunca tive esse medo, meu amor!

E olha que eu vivi meses de muitos medos enquanto te esperava.. Muitos mesmo! Alguns tolos, outros, descobri depois, justificados, alguns bem assustadores…

Mas, sei lá, eu sempre soube que te amaria um tantão!
Eu já conhecia o amor materno, já o vivenciava com força todos os dias, já conhecia todos os seus lados (mesmo os menos bonitos), então eu sabia que quando você chegasse meu coração seria seu também!

O que eu não sabia, filho, é que era você que ia chegar…
Você, pessoinha do riso mais fácil do mundo, do olhar mais doce, do abraço mais apertado, da presença mais amável, do espírito aventureiro, bagunceiro, tranquilo, gostooooso que só ..!

Eu sabia que te amaria, filho, mas antes de te conhecer eu juro que não sabia que seria completamente louca e apaixonada por você!

E agora que você já está mais tempo no mundo aqui fora do que esteve aqui dentro de mim, sou grata, meu delício, por ter vindo você! Sou grata por você ser você!
Obrigada!!!

 

9 meses

(sem querer, com a mesma roupa do mês passado…ops!)

 

Te amo, porcaria!

 

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38 semanas + 4 dias dentro e fora

 

 

“Vou excluir você do meu facebook”

Já perdi a conta de quantas vezes, desde que engravidei, respondi perguntas sobre o ciúmes da Cecília…

Costumo dar uma resposta meio padrão (mas verdadeira…rs) tipo “ah, ela tem, né?! Normal.. nada grave..”
Mas deixa eu contar uma coisa aqui pra vocês: eu descobri que muito mais do que ciúmes do irmão, Cecília tem “ciúmes” é do meu celular, das redes sociais, dessas coisas que insistem em nos roubar do aqui e agora!


Notei que 90% das vezes em que Cecília fazia arte pra chamar a atenção eu não estava – como espera o senso comum – me derretendo de amor e atenção pro caçula… não! As melhores estratégias dela de “para o que tá fazendo e olha pra mim” vinham (vêm, na verdade) quando eu estava/estou é muito da distraída no celular!

Fiquei mal quando percebi! rs

Comecei a olhar de vez em quando a cena de longe e ver que muitas vezes eu estava lá com meus filhos,  mas sem estar ali na verdade, sabem?!
Comecei então um processo de (tentativa) de desintoxicação!

Mas, olha, não é fácil se livrar desse vício! Rs

No começo eu vivia me enganando que tava funcionando, mas não tava! Aí tomei medidas drásticas (hahahaha) e na ida pro Brasil apaguei o facebook do meu celular! (porque no fundo o facebook é o que toma mais tempo e me prende numa atualização de feed sem fim)

Foi ótimo, foi fácil, não senti (muita) falta… mas nas férias é fácil ficar desplugada, né?!

Em uns 10 dias de volta pra casa e eu já tava entrando, várias vezes por dia, no facebook pelo Safari do celular, mesmo sendo uma porcaria! rs
Enfim, percebi que tinha recaído (reconhecer o problema é sempre um primeiro passo, né?! rs) e por isso agora tô aqui me comprometendo publicamente (hahahaha) a ficar limpa de novo! 😝

E fazendo essa provocaçãozinha: quanto tempo de convivência real sua vida virtual tá roubando de você e das pessoas a sua volta???

“Deixar o seu amor crescer e ser muito tranquilo” – 8 meses

8 meses do meu bombomzinho delicioso!!!

Meu explorador, bagunceiro, chameguento, esfomeado, risonho, doce até o último fio de cabelo!!!

8 meses!
Que sorte a nossa ele ter vindo pra transformar e completar tudo por aqui! 

Não canso de repetir: que sorte a nossa!!!!


E falando em sorte, devo ter nascido com um trevo de  4 folhas tatuado no braço, porque, olha…

“É pura elegância”

Ele tem acordado de hora em hora (ou menos!) nas últimas noites e, portanto, tem me deixado passada… mas durante o dia ele é puro sorrisos!

Ou caretas – se for hora de refeição…hehehe

É puro carinhos

Ou exploração 

E eu tô devendo uns posts de “mêsversário” dele (falha grave, eu sei) porque a vida anda uma bagunça danada – ainda que das boas bagunças, com direito a férias e viagens e brasilidades – mas olha, se tem um negócio que eu não devo nadica é paixão e derretimento por esse porcaria delícia tão amado!!!
Ps.: voltamos pro frio, gente! Ops… pra casa! rs

“Uma luz, uma certa magia”

Filha, anota aí: o amor faz mágica!
Vou te contar:

Ao final de 5 deliciosas semanas no Brasil, tinha chegado o dia de voltarmos pra casa. Mas depois de toda a trabalheira de malas, aeroporto, despedidas doídas, perrengue no raio x… por uma dificuldade burocrática não conseguimos embarcar no avião. Perdemos o voo e “ganhamos” mais uma semana por aqui.

Apesar do cansaço e da saudade – especialmente do papai, que já estava por lá nos esperando ansioso – logo nos demos conta de que esse atraso significaria que você passaria seu aniversário no Brasil.
E foi aí, filha, que a mágica aconteceu!

Uma porção de cabeças, mãos e corações começaram a trabalhar (muito!) e em aproximadamente 30h a Elza, nossa rainha do gelo, ganhou uma festa LIN-DA …… do Toy Story! rsrs
Foi emocionante ver as pessoas que te amam tanto se desdobrando pra fazer acontecer a coisa mais linda desse mundo: sua felicidade!

E, olha, conseguimos, viu?! Porque você estava TÃO feliz no seu “parabéns de Toy Stor” que meus olhos marejaram um monte de vezes com suas gargalhadas escandalosas e seus sorrisos profundos!!!

Agora me diz, em 30h fazer acontecer uma festa dessas, é ou não é mágica?! É ou não é a materialização desse tantão de amor e de saudades que esse povo tem por você?!

Não tenha nunca dúvidas, Cecília: é!!! (só uma das formas de prova ematerialização 😉)

Eu nunca vou terminar de agradecer essa ajuda toda, essa empolgação, essa dedicação, todas as presenças, as vontades, as ideias compradas e dadas, a disposição, o trabalho, a tentativa de enganar um tiquinho a falta que seu pai fez nesse dia especial, enfim…
Então, filha, quando você ler isso aqui, corre e agradece a eles mais um pouquinho, tá?!

Eles merecem os agradecimentos tanto quanto você mereceu a festa!
Você, minha pequena, que nos traz tanta luz, tanto riso, tanta cor, TANTO amor! Você merece toda a alegria que couber aí! 

Feliz aniversário, meu amor!! Nesses seus 3 anos quero escutar muito, todos os dias, as risadas deliciosas que você tanto deu hoje!
Olha só quanta lindeza:

“Disfarçando as evidências”

Continuando a linha de sincericídeo à qual este blog foi introduzido aqui, hoje venho publicar um dos textos mais difíceis que já escrevi.

Um texto que está entalado faz um uns bons meses. Extremamente honesto, doído, que tem boas chances de ser visto com maus olhos por algumas pessoas – e eu lido mal demais com esse tipo de coisa, gente, morro de medo do que os outros vão pensar, sou franga, odeio discussões e etc ..rs

Então peço algumas coisas: que tenham paciência pro textão, que leiam com o coração (ou não leiam) e que sejam delicados nas “avaliações” e possíveis comentários …
Dito isso, vamos pro lado feio da força (rs):




Eu sempre ouvia e lia as mães de dois ou mais filhos falando sobre como a maior dificuldade do segundo pós parto era a saudade do mais velho e a culpa por não poder dar a ele a atenção que gostaria de dar, portanto era isso que eu tava esperando que acontecesse por aqui…Mas não foi o que aconteceu.
Quando o Dante nasceu o Lucas não estava trabalhando e minha mãe veio passar umas semanas com a gente. O plano era que os dois ficassem focados  na Cecília, pra que ela fosse super acolhida e eu pudesse me dedicar bastante ao bebê.

E a inocente aqui super acreditou que seria simples assim, que Cecília ia querer aproveitar muito a vó e o pai e ia esquecer que tinha mãe. Mas, óbvio, não foi.
Nos dois primeiros dias até que ok… mas logo acabou a graça da novidade e ela passou a exigir e precisar de mim normalmente, como sempre tinha sido até então.

Acontece que eu estava vivendo naquela bolha linda e maluca com meu recém nascido e eu não queria sair dela! Queria ficar ali, aninhada com ele e não precisar fazer mais nada da vida.

Só que as demandas da Cecília me faziam constantemente ter que sair da bolha. E quase toda vez que isso acontecia eu sentia raiva.

R-a-i-v-a !

Da minha filha de menos de 2 anos e meio que só queria a mãe dela.
Pah! Toma essa!
A raiva trazia também, claro, culpa. E vergonha.

Eu me sentia um monstro!

Nunca ninguém tinha me contado que eu poderia sentir isso! Eu me perguntava: “porque ninguém me avisou de um negócio tão forte assim?? Será que só eu sinto??Cadê a saudade de que todo mundo falava?? Cadê a vontade de ficar lá com a mais velha??”

Não tinha! Eu só queria meu bebezinho! Eu só queria ser deixada em paz com ele.

Era, claro, uma coisa nada racional. Tô falando aqui de um sentimento profundo, de um negócio meio de bicho mesmo, instinto de preservar o mais indefeso, sei lá…

Racionalmente eu sabia que a Cecília precisava de mim, então eu saía da tal bolha para atende-la, mas a raiva ia comigo, a empatia não chegava e eu me sentia um lixo.

Acho que o Dante já tinha mais de um mês quando, conversando com uma amiga, descobri que eu não era a única mãe a sentir isso. E, putz, que alívio!!!

Essa descoberta me fez poder aceitar tal sentimento como ele vinha, até pra poder processa-lo e lidar com ele de outra forma. Depois fui conseguindo falar um pouco sobre isso com outras pessoas e assim fui descobrindo que é um sentimento meio comum, mas muito tabu – provavelmente por isso ninguém tinha me avisado, né?!
Tão tabu que eu fiquei meses com esse texto entalado, precisando sair – mas sem encontrar coragem pra soltar …

Porém eu tenho certeza que o “ninguém me avisou sobre isso” foi um fator de muito peso em tudo o que eu vivi. Então sinto que agora eu preciso compartilhar. Preciso avisar (a quem interessar possa..rs) que isso pode acontecer e que sentir-se assim não te transforma em um monstro!

Afinal, sentir “tá liberado”. É no agir que a gente deve se cobrar, né?!
Aos poucos as coisas foram se ajeitando por aqui, eu fui me reapaixonando e me reconectando com a Cecília… eu conseguia sair da bolha ou conseguia encontrar espaço na bolha pra ela também!

Não que a gente viva agora num mar de rosas diário…rs Como diz a querida Daiana, puerpério é mar de lama – e o meu ainda não acabou… E maternidade é um negócio difícil à beça…

Mas estou aqui, diariamente buscando o equilíbrio nessa nova dinâmica de familia maior. Alguns dias encontro mais, outro menos. O importante é saber que há espaço pra todo mundo – e digo “espaço”, porque do amor pra todos eu sempre soube e nunca duvidei! 😉

 

“Te vejo dormir”

Estava aqui me perguntando o que raios acontece dentro da gente quando nossos filhos dormem.
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Não deve acontecer só aqui em casa…

 

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Eu olho pra esses olhinhos fechados, escuto a respiração profunda e sou arrebata (ainda mais) por um amor visceral! Uma coisa louca! Uma vontade, física, irresistível, de cheirar, de acariciar, de beijar (sim, mesmo correndo o risco de acordar os pobres coitados), de ficar ali olhando, namorando, velando o sono… uma força de amor tão forte, que vem como uma onda da qual eu não posso (e nem quero) escapar. Todos os dias. Quando eles dormem.
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Cheguei a conclusão de que deve ter uma explicação.
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Uma explicação muito maior do que o óbvio “quando eles estão dormindo não dão trabalho, não choram, não se fazem de desentidos, não fazem cocôs explosivos…” rs

 

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Acho que deve ser uma coisa evolutiva. Assistir nossas crias dormindo deve ativar esse gatilho de amor louco pra garantir que esses filhotes descansando tão lindamente não ficarão sozinhos e abandonados, expostos aos perigos da natureza enquanto a mãe está caçando o almoço ou tomando um banho de espuma!
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Aposto que Carlos Gonzalez concordaria comigo! 😉

 

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“Deixar o seu amor crescer e ser muito tranquilo” – 5 meses

(Quase 5 e meio já, mas abafa o caso! rs)
Que coisa mais incrível que foi essa saída do salto dos 4 meses, gente!! De um dia pro outro o Dante mudou muito, cresceu muito…Meu menino parece que “acordou pro mundo”!!!!
Agora ele olha em volta e vê tudo com o maior entusiasmo, com a maior vontade de agarrar tudo, como se tudo fosse a novidade mais legal que ele já viu na vida!! (e a maioria provavelmente é, né?! Hehehe)

As mãozinhas estão sempre prontas, sempre tentando grudar no que aparece pela frente!


E a boca sempre curiosa pra descobrir mais sobre aquilo que os olhos veem e as mãos seguram

Haja braços pra aguentar ele se jogando pra todos os lados, com toda a força e determinação que vem descobrindo e demonstrando a cada dia!
E eu tô aqui aprendendo que o bebê gostosura e tranquilidade também é cheio de quereres, de desejos e de coragem! Tranquila e gostosamente determinado a conseguir o que quer! Hehehe

Feliz 5 meses, meu amor!!!

Desejo que você não perca nunca essa vontade passional de provar a vida! 

(mamãe estará aqui ajudando com o discernimento e a responsabilidade do que pode e do que não pode ser provado! Hahahaha)
ps.: alguém aí reconhece esse macacão?!? 😉