“Melhor ainda é poder voltar”

Depois de três anos sem cruzar a Cordilheira, finalmente cá estamos nós outra vez, em Santiago!

Viemos passar uma semana, rever uns amigos queridos e conhecer os novos membros das família deles! ❤️

Eu estava mega ansiosa, há anos (3, provavelmente! rs) morro de vontade de voltar pra cá… sabia que seria emocionante, mas está sendo mais forte do que suspeitava!

Já tive mil crises de mini choro, a começar no avião, enquanto cruzávamos a Cordilheira, depois chegando no meu bairro, entrando em casa, fuçando nas coisas dos armários… reencontrando minha vida daqui!

(deixamos nosso apê do jeitinho que estava, alugamos mobiliado por 2 anos e no último ano ele está no Airbnb)

Eu tinha um certo medo de chegar aqui e me decepcionar, descobrir que o amor todo que sinto por esse lugar estava, na verdade, nublado por nostalgia e boas memórias, mas que nada…

Ao contrário, viver Santiago com eles, tem sido ainda mais encantador!

A chegada foi muito curiosa: ao mesmo tempo que tinha aquela sensação de “nossa! 3 anos sem vir aqui! É tempo demais!”, em pouquíssimo tempo estava me sentindo em casa!

Absolutamente em casa! Descobrindo o que estava diferente ou não e o que tem de novo no bairro, me decepcionando com o estado de algumas coisas da casa (que raiva das pessoas que não cuidam!!), mas com o coração “em casa”, como se eu nunca tivesse saído daqui, como se tivesse apenas passado umas férias curtas em algum outro lugar…!

Ao mesmo tempo, tem essa sensação tão nova de olhar meus filhos brincando nessa sala e me emocionar muitíssimo! Meus filhos na minha casa, no sofá onde estourou a bolsa no parto da Cecília, no quarto que decoramos com tanto carinho, na minha cozinha da geladeira preta, na minha varanda amada! Que cenas mais lindas!!!

Que delícia andar por essas ruas com eles (e descobrir que minha birra com as calçadas de Sp não é só birra! rs), ir virando as esquinas em puro estado de reconhecimento!

Que falta faz a Maní, que por tanto tempo foi minha companheira fiel nesses percursos!

Isso sem falar na coisa linda, linda que é sentar com os amigos e sentir que estamos continuando a conversa de outro dia – ainda que o assunto seja todo de “atualização dos últimos tempos”! rs

Que coisa importante que é vir ver de pertinho – e cheirar e apertar – as crias dessas pessoas tão especiais pra gente e pra nossa história!

Que saudade imensa vou sentir de tudo isso quando essa semana acabar! ❤️❤️❤️

Ê dureza que é essa vida de ir se expatriando sem parar..rs

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“Que é pra me dar coragem”

Maní me ensinou a ser mãe.
Me ensinou a ter filha. Me ensinou a educar respeitando as particularidades do outro indivíduo que ela é. Me ensinou que tem coisas que a gente faz com o coração apertado, mas que tem que fazer.
Fez as minhas voltas pra casa sempre mais divertidas e as saídas sempre doloridas.
Me fez ver que casa arrumada é balela, que importante mesmo é casa feliz.
Me fez perder um monte de nojinhos. Me ensinou que quando filho não come é a mãe quem chora.
Me mostrou que meu marido é também um excelente pai, que pode ser firme (às vezes só ele consegue fazer ela comer), que sabe brincar, que sabe educar e que sabe amar muito!
Maní me ensinou o que é o amor entre mãe e filha.
Foi minha adaptação no Chile; me resgatou pra que eu me mantivesse eu mesma nessas terras extrangeiras.
Me ensinou a olhar profundamente no olho de outro alguém e deixar sair tudo que há dentro do meu coração.
Me ensinou a amar sem vergonha e com intensidade.

Maní foi o primeiro pedacinho chileno do meu coração!

O primeiro de muitos, porque o Chile não parou nunca de me conquistar!

A paixão pela Cordilheira logo virou amor e muitos outros amores surgiram depois disso…

O Chile foi o lugar onde nossa recém formada família floresceu – chegamos cheios frescor e curiosidade e fomos logo fisgados!

Foi onde cheguei cheia de inocência e sonhos, onde quebrei um pouco a cara e aprendi a reconstruir… foi também onde vi sonhos se tornarem melhores na realidade.

O Chile foi o primeiro lugar em que o Lucas era tudo o que eu tinha (antes de ganhar os amigos e o resto da família) e onde nossa relação se fortaleceu e fincou bases sólidas e profundas.

Foi onde brincamos pela primeira vez de dar nossa cara pra nossa casa. Foi onde vivemos um presente repleto de novidades, onde sentimos saudades do passado e onde fizemos tantos planos pro futuro.

Aliás, o Chile me trouxe o gosto mais profundo da saudade, de um lado ou do outro da Cordilheira. Portanto, o Chile me derreteu e me ensinou a viver de coração dividido.

Lá eu aprendi a conhecer outra cultura, a respeitar as diferenças; a admirar o novo e a reconhecer o comum entre (meus) dois mundos.

No Chile descobri uma outra vida, diferente da que eu vivia e diferente da que eu imaginava que viveria.
Eu fiz amigos-irmãos que levarei pra vida toda!

Foi onde tantas vezes eu me perdi e me reencontrei.
Onde renasci.
Onde pari.
Onde “morri” menina e despertei mulher, depois mãe.

O Chile foi meu Lar com letra maiúscula.

Mudar pro Chile me ensinou o significado de “desapegar”, de “deixar ir” e de amar à distância. Mudar do Chile foi tipo “exame final” nessa matéria.

Do Chile levei os dois melhores presentes que a vida poderia me dar: minha filhas!

E é por isso tudo, e tanta coisa mais, que os dois estarão pra sempre comigo – agora literalmente!!
Gravados na pele, do lado de fora, como já estavam na minha alma!

“Pra me dar coragem pra seguir viagem”

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“O traçado da Cordilheira como eu via da minha janela terminando no nome da minha amendoizinha!”

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(mandei a ideia e umas fotos pro Luiz e ele fez a arte e a tatuagem! Clicando no nome você será redirecionado pro facebook dele! )

E um ps. importante:

Apesar de a tatuagem não ser diretamente pra eles, eles também estão nela: Cecília está no colorido – antes dela existir eu não aceitava cores nem na minha casa (nada que fugisse no branco, preto e vermelho), quanto mais pra sempre na minha pele! Pica pau sem dúvida trouxe colorido pra minha vida!
E o Lucas foi quem me deu isso tudo aí em cima, né?! O Chile, a Maní, a Cecília… Tudo fruto da existência dele na minha!
=)

“Uma carta de amor” e despedida

Nossa relação começou lá atrás, logo no primeiro dia e foi arrebatadora de cara!
Amor à primeira vista, sabe?! Desses que faz o coração disparar, que tira a concentração à ponto de quase causar acidentes, que tira o fôlego com força após uma simples troca de olhar…

Perdi a conta de quantas vezes me encantei e me re-encantei! Quantas vezes me apaixonei de novo, como se fosse a primeira vez!

Afirmo com certeza que não perdemos nunca a magia daquele primeiro dia. O amor é sempre fresco, renovado e puro.

Você sempre esteve presente quando eu precisei, eu te admirei todos os dias e bradei meu amor aos quatro ventos, com orgulho. Foi lindo e delicioso enquanto durou.

Infelizmente nosso relacionamento agora terá que ser à distância, longa distância … Fico com o coração apertado quando penso nisso, já derrubei umas boas lágrimas nos nossos últimos encontros e ainda não consigo imaginar meu dia a dia sem essa fortaleza me aparando, sem sua grandiosidade me lembrando do que realmente importa nessa vida, sem que você traga mais cor ao meu final de dia…

Não será fácil, eu sei, vou morrer de saudades! Mas boas memórias e as lindas fotos que tiramos certamente servirão de sustentação para que esse amor perdure!

Eu prometo te visitar e você promete me retribuir, ok?!

E prometemos também namorar muito nessa última semana que nos resta!! O máximo que pudermos!!

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Te amo, Cordilheira!!! Mesmo!!!
Obrigada pela companhia incrível que você sempre fez aos meus olhos e ao meu coração nesses quase quatro anos de relacionamento !

ps.: começou a contagem regressiva, logo menos estamos indo embora do Chile! #guentacoração

“Me espera”

Ando meio blerg, meio nhé, meio argh, meio blá, meio…

Me perdi das palavras, me afoguei em intensidade.

Vivo alterações bruscas de humor.

Amo intensamente, mas ja fui visitada algumas vezes por aquela vontade de fugir para as montanhas (que aqui, aliás, estão lindamente na janela me convidando).

Talvez seja sintoma de gripe. Ou de saudade. Ou de amor. Ou de maternidade. Ou de cansaço.

Acho, na verdade, que estou vivendo um puerpério tardio. Sentindo e experimentando agora, e com força, tudo aquilo que sempre li que atropela as novas mães – mas que por aqui passou tão batido à sua época.

Há que se provar o gosto pra saber…

Mas eu volto.
Talvez seja preciso um resgate, mas eu volto. “De novo e sempre, feito viciada”.

“Me espera”

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"Eu não me canso de olhar"

Nota de férias número 2:

Acontece que eu não paro de me encantar com a vida…


Algumas belezas pra mim nunca viram rotina.


Estou com o Lucas há 8 anos e 6 meses e meu coração sempre fica leve quando ele chega por perto e totalmente satisfeito quando o vê se divertindo como criança com algum “brinquedo” novo – tipo o carrinho recém comprado da Cecília!!! rs



Moro no Chile há 2 anos e 7 meses e várias vezes por semana (quando o clima e a poluição colaboram), me surpreendo com a maravilha que é a grandiosa Cordilheira… Gasto um tempão admirando e tenho um milhão de fotos dela (fotos que depois são quase todas iguais…hahaha)





Sou mãe da Maní há 2 anos e 6 meses e paro o que quer que esteja fazendo quando ela entra em sono profundo e começa a sonhar, balançando todo o corpo, dando patadinhas no ar e os mini latidos mais lindo do mundo!





Sinto a Cecília se mover dentro de mim há 33 dias, cada vez com mais frequência e intensidade.. Penso que pra algumas mães isso talvez se torne “normal e corriqueiro” em algum momento, mas pra boba romântica aqui…nunca vai parar de ser maravilhoso! Eu ainda paro pra sentir e tentar entender o que é cada parte que se mexe, coloco a mão e fico procurando, chamo o Lucas pra sentir, tento filmar… 
Me emociono ao perceber por movimentos em lugares novos que ela está crescendo e “expandindo horizontes” (hehehe)…
E tenho certeza que vai ser assim todo o caminho, até o final da gravidez!
E depois disso, não quero nem ver os encantos novos com a pequena aqui fora!!!
Coitados dos familiares que vão ter um milhão de vídeos (iguais?!rs) pra assistir de cada movimento dela – ja comprei a câmera!! Hahaha”


E um vídeozinho que fiz agora no final do dia da Cecília dançando um “I like to move it, move it” hehehe

   



"e remove as montanhas com todo cuidado, meu amor"

Estou devendo dois post’s pra vocês e vou sanar a dívida em ordem cronológica, portanto, hoje vou contar um pouco sobre a viagem para Portillo e Mendoza!

O passeio começou com um pequeno estresse pois as coisas se confundiram e perdemos o horário que havíamos marcado com o veterinário para deixar a Maní… depois da irritação, da solução, do trânsito e do aperto no coração na hora do tchau, a Maní ficou e eu e o Lucas saímos ao encontro dos outros companheiros de viagem. Eram eles:
– Duilio: também FuD, da mesma edição que o Lucas. Chegou no Chile um mês depois de nós e tem sido companheiro por aqui (a mãe dele até fez um strogonof delícia pra gente quando veio visitá-lo!!! hehehe)
– Ceschin – trabalha no Santander aí no Brasil e veio aproveitar o Chile pra fazer muito snowboard
– Raquel – amiga do Duilio, venho conhecer o Chile e aproveitar a hospitalidade do amigo….rs

Os três saíram de Santiago um pouco mais cedo e portanto puderam nos dar um pouco de instruções do caminho e conhecer antes de nós o excelente hotel que nos esperava!

Claaaarooo que o GPS tentou nos matar, mandando seguir reto numa ribanceira. E claro que nos perdemos algumas vezes! Em uma delas aproveitamos um pedágio pra pedir instruções, a moça super simpática nos disse que poderíamos fazer o “retorno” passando no meio de uns cones poucos metros à frente… o bizarro foi que depois de “retornar” voltamos, claro, pro mesmo pedágio, a mesma moça saiu na janela do outro lado e nos cobrou mais uma vez, com a maior naturalidade no “buenas noches”! hahaha

Em determinado momento falamos com o Duilio, que tinha acabado de chegar no hotel e, à nossa pergunta de “como é aí?” nos respondeu com um “só vendo!”.

Ok, quando chegamos lá vimos e entendemos! Tínhamos reservado dois chalés em um hotel na parte baixa da montanha de Portillo, pra passar a noite por lá e chegar na manhã seguinte bem cedinho pra esquiar. Segundo o site do hotel, estaríamos nuns chalés super charmosos, com aqueles telhados inclinados cheios de neve e tal…
Qual não foi nossa surpresa quando, chegando lá, demos de cara com isso:



Sim, um container!!! Esse telhadinho que você vê na foto e de uma casa de trás; o nosso “chalé” era literalmente um container!!!! Era divido em dois então eu e o Lucas ficamos no da esquerda e os outros três no da direita.
Se alguém andava em um “quarto” sentia-se no outro! O frio que fazia ali era absurdo, mesmo com um ar condicionado que deveria aquecer até os 31 graus ligado! E o banheiro??? Dentro do box tinha uns fios de cabelo dos últimos hóspedes – juro!!! hahaha Fora a água fria, o vento que entrava sei lá eu de onde…enfim… esse começo de viagem foi tão emblemática que qualquer coisa que viesse depois seria vista com bons olhos!

Mas, ainda bem!, tudo que veio depois mereceu muito mais que bons olhos!

Conforme planejado, na manhã seguinte terminamos de subir a montanha e chegamos em Portillo. E, putz, que lugar lindo!!!


É uma das primeiras (senão a primeira, não estou segura) estações de esqui do Chile. É também uma das mais sofisticadas! Tem um hotel super bacana, onde váááários gringos de vários lugares diferentes se hospedam exclusivamente pra esquiar e as pistas são muito melhores do que aquelas que tem aqui pertinho de casa. Dizem os que esquiaram lá…rs

O Lucas foi todo preparado, comprou todo o equipamento de snowboard e estava cheio de energia! Eu… bom, eu até fui disposta a esquiar, mas quando cheguei lá e vi aquelas pessoas andando com aquelas botas desconfortáveis lembrei do aperto no meu pé, da dificuldade pra calçar e descalças a bota, pra andar e claro, pra esquiar..acabei desencanando…rs
(Aliás, desencanei tanto que resolvi comprar uma bota pra ficar passeando e brincando na neve nas próximas vezes que as outras pessoas forem esquiar, porque eu adoro o visual, adoro o frio, adoro a neve…mas odeio o “sofrimento” da minha incapacidade…hahahahha)

Como neste dia não estava com um sapato propício, acabei ficando fazendo companhia pra Raquel, que não podia esquiar…
Meio que, um pouco sem querer (só um pouco…hehehe) invadimos uns espaços do hotel que seriam só pra hóspedes e passamos a tarde curtindo a paisagem, o wi-fi, o conforto, o aquecedor…Delícia!!!

Por volta de umas 4 da tarde, os meninos já acabado de tanto esquiar, arrumamos as coisas e pegamos nosso caminho pra Mendoza!

Pra quem não sabe, Mendoza fica na Argentina e Portillo no meio do caminho pra fronteira. E falando em fronteira… ficamos quase 3 horas no carro pra conseguir entrar na Argentina! Muita fila, muito carro, muita gente, muuuuitaaa burocracia..carro revistado e tudo!
Como a estrada que nos esperava era mais perigosa, deixamos nosso carro lá em Portillo e fomos os 5 no carro do Duilio, que tem poderes especiais pra andar em gelo e neve e montanha e subida! rs
E fizemos uma baguncinha enquanto esperávamos tanto, né?!



Com toda a demora da Aduana, chegamos em Mendoza meio tarde, mas ainda precisávamos sair pra jantar e Duilio, Raquel e Ceschin ainda estavam animados pra uma balada.
Saímos pela cidade pra escolher um dos tantos RestoBar que tem por ali (restaurantes que depois de certo horário recolhem as mesas e viram uma balada)… até que descobrimos que aquele sábado era véspera de eleições na Argentina – no dia seguinte eles escolheriam os candidatos para as eleições do final do ano – e não só os lugares iam fechar todos cedo, como estava proibida a venda de bebidas alcoólicas! Os animados do grupo ficaram muito frustrados! Fala sério, isso lá é jeito de conhecer a noite de uma cidade, com todo mundo indo dormir cedo pra exercer a democracia no dia seguinte??? hahaha
Havia um RestoBar, que não tinha uma cara muito boa, mas que era o mais cheio da cidade..logo descobrimos o motivo: estavam vendendo cerveja escondido! hahaha Paramos pra jantar ali, claro! No final tivemos uma noite muito agradável e divertida! E esfomeada, porque a comida demorou infinitas horas pra chegar na mesa! Desconfio que mais de duas horas, juro! Mas ok…rs

No dia seguinte tomamos um café da manhã super charmosinho na calçada do hotel, com direito a muita media luna con dulce de leche argentino!!! Hmmmm!!!
E fomos prum passeio em uma vinícola que o Duílio tinha deixado reservado…

O passeio em si não foi nada demais… conhecemos uma forma mais industrial de fazer vinho, diferente das que nos mostram quando vamos por exemplo, aqui na Concha y Toro.





Mas especial mesmo foi o almoço de depois!! 
No restaurante da própria vinícola, comemos absurdamente bem!!!
Era uma espécie de rodízio de carnes típicas argentinas, acompanhada por sopa e salada de entrada, sobremesa e vinhos de fabricação própria! Além da grande variedade e quantidade, era tudo muito bom!!! Fora o charme que era o lugar!



Dizem que Mendoza é um ótimo lugar pra comprar roupa de couro (melhor que Buenos Aires), mas infelizmente tudo estava fechado por causa das benditas eleições, assim que nos contentamos com umas comprinhas normais no shopping mesmo.
No meu caso, “comprinhas” quis dizer isso: 



Hehehe!!! Não dá nem pra dizer que é sorvete de doce de leite, tá mais pra doce de leite congelado mesmo! Delícia!!!

Por lá conhecemos também o parque super lindo, andamos por umas ruas charmosas e pronto!


Na manhã seguinte acordamos cedo pra pegar a estrada de volta.


Um importante detalhe sobre essa estrada: ela passa pela Cordilheira dos Andes e as paisagens do caminho são as coisas mais lindas!!!!

Você vai andando…vendo a montanha chegar…


E se deparando com uns lugares maravilhosos assim:

Aí uma só curva e, puff!, neve!!


Já tinham me dito isso, e eu re-digo com toda certeza: a estrada é a parte mais legal da viagem!! É lindo ver as montanhas mudando de cor e de forma, várias manifestações surpreendentes da natureza, paisagens tão diferentes em um só caminho! A cada curva uma nova surpresa e emoção! Demais mesmo!!!



E foi assim que voltamos pra casa e terminamos nossa primeira grande aventura pelo território chileno!!! hahaha


(pra quem se interessar – e não tiver facebook – muito mais fotos da viagem nesse link aqui)

Foi ótimo conhecer mais desse país querido, o país vizinho, conhecer a Raquel e o Ceschin, passar mais tempo com o Duilio, e aproveitar esses lugares lindos com meu amore!!! Os lugares eram lindos, a comida muito boa e companhia uma delícia!
Deu vontade de viajar bem mais e já estamos planejando uma coisa super legal pra comemorar o aniversário de casamento!!!

Por hoje é isso..
Agora estou com preguiça até de revisar o que acabei de escrever, portanto, perdoem pequenos erros, me avisem sobre os grandes e esperem, que o post sobre a noite Chilote vem logo!
Beijos a todos!







"Pra mim meia dúzia é seis, hein?!"

Um bebê com 6 meses de idade já tem controle sobre seu próprio corpo, já começa a atender pelo próprio nome, reconhece a própria mãe e já sorri. São conquistas muito importantes desses primeiros meses de vida!


Depois de 6 meses, o funcionário em período de experiência é contratado oficialmente.


Um gato ou um cachorro de 6 meses de vida já está com todas as funções biológicas desenvolvidas, mas continua com a energia e a empolgação de um adolescente.


6 meses é o tempo que um vinho semi-premium fica dentro do barril de carvalho.


6 meses num namoro adolescente parece um recorde.


6 meses longe da pessoa amada pode ser insuportável.


6 meses podem ser muito pouco tempo.


6 meses pode ser uma eternidade!


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Sexta feira, dia 12, completamos 6 meses de Chile, de Santiago, de “expatriação”, de saudade, de conquistas, de “nossa família”, de Futuros Diretivos (e acompanhante), de Cordilheira na janela e neve no quintal…


É impressionante como quando faço as contas parece muito menos tempo do que quando penso em tudo que já vivi aqui, tudo que já aconteceu, tudo que já mudou.






Sei que com a facilidade da internet e do blog todos vocês queridos vêm acompanhando quase em tempo real o andamento da vida por aqui. Mas como  data é especial, acho que vale dar uma resumida no que foi esse período.


Nesses 6 meses fiz um semestre da faculdade e já comecei o segundo, mas minha matrícula oficial só sai essa semana agora.
O Lucas trocou de chefe um monte de vezes, foi promovido e agora tá num período sem chefe, trabalhando por mais de um, enquanto não colocam alguém de volta no cargo.
A Maní completa hoje 9 meses de vida. Continua linda, mimada e fofíssima! Andou aprontando umas por aqui – como picotar umas folhas de jornal e mastigar quase completamente o fone bluetooth do Lucas… mas a gente tem que entender que no fundo, ela só quer atenção! rs

“Mããããeee, pára de escrever e vem brincar comigo. Trouxe todos os meus brinquedos legais pra você!”



Ficamos por muito tempo procurando um apartamento pra comprar, porque seria um bom negócio e porque a obra aqui ao lado incomoda bastante. Em julho achamos um apartamento que gostamos muito, estava num preço bom e tinha essa vista:







Fizemos uma oferta de compra, mas acabou que o dono não querendo vender começou a nos enrolar um monte, aceitou a proposta mas ficou inventando umas cláusulas estranhas pro contrato… Acabou ficando bagunçado demais e achamos melhor desencanar, não entrar em rolo.
Com essa decepção, decidimos dar uma acalmada na procura por apartamento, dar umas melhoradas nas coisas do nosso e compramos algumas coisinhas que faltavam, como criado mudo e um microondas descente!


Criado mudo multiuso: serve também de mesa de centro


Agora cabe um pacote de pipoca no meu microondas!


Desde que começou a temporada de inverno temos aproveitado e subido muito a montanha! Seja pra esquiar, fazer snowboard (o Lucas já está craque!), ou só brincar na neve mesmo… É lindo e é pertinho! Tem que curtir, né?!





Em 6 meses aqui recebemos muitas visits boas! Não tenho fotos de quase nenhum, mas faço aqui uma listinha de homenagem/agradecimento aos que vieram!


– Nanci – minha mãe que veio de surpresa pro meu aniversário e estreou o quarto de visitas;
– Rejane, Claudio e Pedro – sogros e cunhado, que vieram conhecer Santiago antes que chegasse o inverno;
– Aline – a primeira da trupe Santander;
– Celso – também Santander, foi embora e deixou na gente a vontade de conhecer a Ilha de Páscoa;
– Marina – que o vulcão não quis deixar ir embora;
– Samantha – a visita que a gente não viu, mas que cuidou super bem da Maní;
– Andrea e Marcelo – o casal fofo;
– Augusto e João – dupla dinâmica que por pouco não veio;
– Nathalia e Lucas – que me fizeram companhia e trouxeram um pouquinho de Buenos Aires;
– Mari Midori – primeira viagem internacional especialmente pra me visitar;
– Vagner, Patricia, Isabella, Vinicius e Arthur – Família Ramalho em peso pra inesquecíveis momentos na neve!


E esperamos mais!!








6 meses não diminuíram nem um pouco meu encanto com a vista da Cordilheira! Também, como poderia?!?!





Em 6 meses fomos uma vez para o Brasil, numa visita super corrida, gorda e gostosa. Fomos também duas vezes num restaurante brasileiro que tem aqui, matar a saudade de coxinha e outras guloseimas típicas!


Depois de 6 mesess sofrendo com o tema, finalmente encontrei uma faxineira boa nesse país!


Nesses 6 meses descobri a delícia que é fazer pilates e não quero mais parar.


Nesses 6 meses engordei um pouco (juro que foi pouco..rs), mas ainda não consegui me animar pra emagrecer…


Em 6 meses já aprendemos a fazer a compra de mês bem rapidinho. Já tenho todas as minhas marcas preferidas e não me perco mais no mercado..rs. Mas nesse últimos mês experimentamos as maravilhas da “compra de mês on line” e acho que vamos adotar!


Nesses 6 meses fui uma vez ao cabeleireiro e duas ao dentista, as duas coisas na semaninha rápida de Brasil…rs
Mas também fui uma vez na ginecologista, e isso foi aqui em Santiago mesmo!


Mesmo já estando no segundo semestre, continuo preferindo ficar quieta no meu canto, lendo, lá na faculdade; mas já escolhi as pessoas que eu gosto e as que eu não gosto…


Os sentimentos continuam intensos, mas agora com uma intensidade controlada, sensata e sensível…


O casamento está cada dia melhor!


A distância continua dolorida, mas a vida santiaguina compensa até mesmo isso!


6 meses passaram e posso olhar pra trás e ter a certeza de que fiz as escolhas certas, ou me dar o direito de questioná-las, não importa. O que sei é que a vida vai muito bem, obrigada!
Quer ver?
Vem pra cá experimentar! Ou só conhecer e me visitar…também serve!rs






Hoje foi feriado no Chile e aproveitamos a esticada para fazer nossa primeira “grande viagem” por aqui… Fomos até Portillo, uma estação de esqui chilena lindíssima e depois até Mendoza, uma cidade da Argentina famosa pelos seus bons vinhos.
O passeio foi feito de carro, em boa companhia e pela estrada no meio da Cordilheira dos Andes. Portanto, certamente vai ter um post todinho só pra ele!
Foi um jeito lindo de comemorar nosso aniversário Chileno!!!


















Morando em Santiago eu aprendi que…

Aprendi que todos os dias vc tem que olhar esperançosamente para o horizonte.


Não importa como esteja o tempo, a temperatura, a poluição ou o seu humor. Você tem que olhar pro horizonte.


Muitas vocês você se decepciona, se depara com uma grande massa marrom de poluição que te lembra como é ruim o ar que você respira diariamente.
Às vezes não faz muita diferença, porque você olha e simplesmente não tem nada pra ver.
Mas às vezes…..aaahhh!!!!
Às vezes você olha e simplesmente perde o ar!!! E fica com torcicolo porque não pode parar de olhar. E quase é atropelada. E atropela outros pedestres.


Morando em Santiago eu aprendi que não importa se você vê todo dia ou não. Mesmo assim é importante lembrar que logo ali ao lado está uma montanha de beleza, um muro de confiança, pedras pra te proteger – ou pra te segurar e não deixar que você saia correndo no primeiro sinal de fraqueza.


Eu aprendi que a Cordilheira é ruim para o sistema respiratório não só porque ela retém a poluição no ar, mas porque ela pode assim, inesperadamente, me tirar completamente o fôlego!
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Hoje, pela primeira vez desde que chegamos, a Cordilheira amanheceu branquinha, coberta de neve! Um espetáculo!!!


Nossa visita do momento, a Marina Malta, teve a sorte de ter reservado o dia pra ir fazer o passeio aos Andes e ver bem de pertinho os 40 cm de neve que caíram!









Eu vi só aqui de baixo, mas fiquei boba o dia inteiro!!!


Pena que nas minhas fotos não fica nem de perto tão lindo quanto é pessoalmente… mas acho que dá pra ter uma noção:



(na hora do almoço, quando consegui tirar essas fotos, o céu tava azulzinho, mas a nuvens estavam bem cobrindo a cordilheira.. =/ )

Referenciais

Ainda me impressiona a quantidade de chilenos que encontro que adoram o Brasil!
Aliás, soube que é muito comum, quando estão saindo do colégio, os chileninhos escolherem como destino da viagem de formatura nosso querido país: eles vão pra Búzios, onde acabam encontrando mais chilenos de outros colégios fazendo a mesma viagem…hehehe
Sério, eles adoram MESMO o Brasil!!! Vários já veram me falar sobre como as cores das paisagens são encantadoras, ou como o mar é quentinho… uma mulher que conheci num pet shop chegou a me dizer que já escolheu o lugar em que quer morrer: Búzios!


Admito que fiquei curiosa pra conhecer o tal lugar mágico e que reconheço que nosso país tem belezas naturais incríveis, mas fiquei pensando nessa questão de “referenciais”…


Hoje fiz uma viagem de carro até San José de Maipu, uma região interiorana aqui perto de Santiago. Fui com mais três companheiros da Escuela a procura de uma locação pro curta metragem que estamos produzindo, que se passa em uma linha de trem abandonada.


Pra quem não conhece, esse é o mapa do Chile: 


O que significa que ir pro interior é, necessariamente, entrar no meio de um monte de montanhas!
E, meu, que montanhas incríveis!!!
Nós brasileiros estamos acostumados a chamar de montanha uns montinhos bem verdes. Pois aqui montanhas são umas coisas imensas, feitas de pedras – e nada mais que pedra – de uma cor muito característica (eu diria que o Flicts ficaria bem feliz aqui) e uniforme, com uns “riachuelos” azuizinhos que os cortam ao meio – e que também são cheios de pedras – e quase nenhuma vegetação…
Resumindo: passei umas três horas olhando pela janela que nem cachorro feliz quando anda de carro!
É de uma beleza não exuberante, como a nossa, mas absolutamente grandiosa. É a natureza mostrando toda sua força, sua dureza, sua capacidade de ser muito maior do que nós míseros seres humanos!

(Não pude tirar fotos porque já tinha consumido toda a bateria do meu celular me distraindo na aula chata, irritando e humilhante da manhã…Uma pena! Mas devo voltar lá um dia, aí faço uns vídeos pra ver se consigo passar um pouquinho dessa sensação toda que dá esse lugar)

E digo que é uma questão de referenciais porque os dois chilenos e um equatoriano que estavam comigo não estavam impressionados…
Ok, é verdade que eles comentaram uma ou outra vez sobre a beleza…e que um deles quis descer do carro pra contemplar romanticamente o rio – coisa que os outros dois não deixaram…hahaha…. Mas aquilo não era nada perto do meu encantamento!

Minha mãe, quando estava aqui no Chile me perguntou: “Será que os chilenos esquecem que tem na paisagem essa Cordilheira linda?”.  Eu acho que sim…
Por enquanto eu continuo me encantando e parando pra admirá-la todos os dias em que ela resolve aparecer!

Olha ela aí, no fundo da vista de uma das minhas salas de aula!

Acho que a gente que é de São Paulo talvez ainda consiga algum encantamento quando nos deparamos com as belezas naturais brasileiras – fora de São Paulo… Mas hoje comecei a me perguntar: será que esse nosso encantamento é mínimo quando comparado com o de alguns estrangeiros??

E falando em São Paulo e referenciais: andei comentando com alguns chilenos uma percepção interessante: quando me perguntam o que eu acho de Santiago sempre elogio, entre outras coisas, a alta qualidade de vida, como o pouco trânsito ou o transporte público que funciona…
Pois eles não se conformar que eu possa achar essas coisas boas!!! Estão sempre reclamando do taco – trânsito e se queixando do metrô e da TransSantiago (empresa de ônibus daqui).
É verdade que tem vários motoristas de ônibus que são uns fdp, que não param nos pontos, correm feito sei lá o quê…(aliás, outro dia sofri uma acidente de trânsito! Meu ônibus bateu num outro! Nada grave..rs)
E é verdade também que o trânsito parece que piora um pouquinho mais a cada dia…

Mas se os Chilenos passam um mês em rotina em São Paulo – não em turismo – iam voltar pra casa bem mais felizes e satisfeitos com o que tem!!!
(Acho que Santiago ainda tem um tempo de “vantagens de grande metrópole, sem o caos da grande metrópoli”, mas só um tempo…então corram!!)



E pra finalizar, morar longe do Brasil também mudou meus referenciais, claro. Sinto saudades de coisas com as quais nem sabia que me importava…
Aquele velho blablabla de que damos valor pras coisas quando perdemos… O que alivia a tal sensação é a certeza de que eu não “perdi” nada… só escolhi viver longe de algumas coisas que me fazem falta, mas que ainda estão lá me esperando pros momentos de visita, certo?! hehehe 






Primeiras visitas ilustres!

Quinta-feira, dia 07 de abril, estou eu lavando roupa quando Jack chega em casa na hora do almoço com uma pequena surpresa: minha mãe!!!


Ele programou a coisa toda pra que ela viesse passar meu aniversário comigo! Eu, como sempre, não fazia a menor ideia de nada e fiquei boba!
Quase que literalmente, pq demorei alguns segundos pra entender a situação: minha mãe, Santiago, minha casa…. Parecia que o cérebro estava enganando os olhos, porque não fazia sentido o que estava vendo! hehe
Claaaaro que foi aquele chororô, abraços mil, tremedeira, etc…Veio pra ficar uma semana, o que significa que quinta passada foi embora. =/


Ela me contou que depois que o Jack ligou fazendo o convite pra ela vir é que ela percebeu a saudade que estava. Pois eu acho que percebi o tamanho da saudade quando a abracei!


Vou ficar devendo fotos da semana, porque não encontrando o cabo da máquina fotográfica e porque a maioria das fotos está na máquina dela…. Mas o resumo da semana:


No dia em que ela chegou fez jantinha gostosa com o “macarrão da minha mãe”, um dos meu pratos preferidos e que eu tava morrendo de saudades!
Na sexta eu fui pra aula de manhã, normal, e a tarde fomos no shopping fazer compras! Hahahha. Explico: eu odeio fazer compras!!! E a situação do meu guarda-roupa estava crítica, então fui praticamente obrigada a olhar as coisas com calma e escolher algumas que fossem boas! Passamos muitas horas no shopping e no final conseguimos algumas boas compras! (estou empenhada em mudar meu estilo, me vestir mais “adulta”! Acho que tá dando certo…rs)


No sábado eu tenho aula de manhã e minha mãe resolveu me acompanhar até a faculdade pra passear de ônibus, conhecer outras parte da cidade e conhecer a enorme faculdade! hehehe (a aula de sábado é curtinha e a escola está vazia, então foi bem tranquilo) Depois pegamos o Jack e fomos almoçar em um restaurante muito bom, com uma costela melhor do que a do Outback!!!
E no domingo fizemos um passeio muito legal!! Subimos para o Valle Nevado, uma das estações de esqui daqui. Dá mais ou menos 1h40 de viagem, numa estrada com 61 curvas em 180o! Sim, 61!!
Claro que nesta época do ano não tem neve, mas o passeio vale pelas vistas! Santiago fica em 600m de altitude e o Valle em 3000m; enquanto vamos subindo acompanhamos diversas mudanças: no clima, no céu, nas vegetações, etc… É muito lindo! No dia em que fomos o clima estava muito nublado aqui em baixo, tanto que quase desistimos de subir, mas passamos por todas as nuvens e encontramos um céu muito azul!!! Com um mar de nuvens que era a coisa mais linda! Fora o escândalo à parte que são as montanhas e a Cordilheira! Imensa, marrom, com neve em alguns picos… um espetáculo!


Na segunda era meu aniversário então cabulei a aula(com incentivo. rs) e passei o dia com mamãe =D
Fomos almoçar em um restaurante super chique, indicado pela tia Maria. Chama Aqui está o Coco e é especialista em coisas do mar. O lugar é lindo e a comida muito boa! Presentão de aniversário!!!
Depois subimos de Funicular – um bondinho – até o Cerro San Cristóban que tem uma vista muito legal da cidade e, especialmente, uma vista incrível da Coridiheira! De lá de cima conseguimos ter a noção exata do quão grandiosa ela é, porque se pode comparar seu tamanho com os prédios pequenininhos em baixo! Juro, chega a ser emocionante!!!
A noite ganhei “bolo de cenoura da tia Vania”, delicioso e vieram 3 amigos comemorar um pouquinho com a gente!
Na terça tinha aula o dia inteiro então minha mãe foi fazer aquele tour com o ônibus vermelho de dois andares (depois cobrem fotos dela) pelo centro de Santiago.


Na quarta fomos em outro restaurante de frutos do mar onde comemos uma paella peruana, com um tempero diferente, mas bem bom tb!
A noite a saudade prévia já começou a apertar e curti um colinho de mamãe, e comecei o chororô da despedida!
Ela foi embora de manhã e, confesso, foi mais difícil voltar pra casa vazia nesse dia (sorte que tem a Maní!!).


Foi uma semana ótima pois além dos passeios das comidas deu pra se curtir bem, matar a saudade e conversar muito. Todo tipo de conversa: boas, difíceis, necessárias, gostosas, fofocas, engraçadas, etc


Isso sem falar na Maní que amou ter a vó aqui! Ganhou presentes lindos – que ela já elegiu como preferidos! – foi mimada, teve mais companhia do que o normal, ganhou muito colo e aprendeu rapidinho pros pés de quem correr depois de fazer coisa errada! hahahha


O bom é que na quinta (mesma quinta) a noite chegaram os pais do Jack que vieram pra ficar pouquinho – já vão embora no domingo – mas o suficiente pra curtir a família e a cidade!




(esse foi um post mega descritivo, hein?! Acho até que ficou meio desconexo, mas acho que deu pra contar um pouco de tudo…é isso que importa, certo? rs)


Beijos saudosos!