Ontem escrevi inteiro e, mais importante do que isso, publiquei meu primeiro texto de ficção!
Já faz alguns meses que vinha sentindo vontade de levar esse desejo de escrever sobre tudo pro campo do imaginário, do i-real e su-real, e apesar de ter uma ou outra vez sentado pra começar a escrever algo assim, só ontem isso realmente se concretizou.
Antes um texto meu de ficção era só ficção, era um desejo que eu não sabia onde ia dar…
Mas ontem eu sentei, comecei a escrever e a coisa simplesmente saiu! Fácil, simples, natural, como se ela já estivesse lá pronta há muito tempo, só esperando pra sair!
Usei nele umas duas pequenas idéias que me acompanhavam nesses meses, mas a grande maioria foi saindo naturalmente, parecia que cada palavra ia puxando a outra como se não tivesse outro jeito de ser…
E, gente! Que delícia que é essa sensação!!!
Não que nunca tivesse escrito coisas “inventadas” antes. Não. Na faculdade mesmo escrevi alguns roteiros, mas sempre com limitações (técnicas, de produção ou de professor tapado que não entende nada!).
Mas o texto de ontem… não tinha que seguir regra nenhuma (as gramaticais já fazem parte de mim naturalmente…rs), conceito nenhum, nada!
Ele só precisava nascer, passar a existir.. e PUM! Lá está ele! Incrível! Gostoso! Meu!!!
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Como disse aqui ontem, criei um novo blog pra publicar essa ficção – que gosto de chamar de fixão – então peço que dêem um pulinho lá, leiam o “Primeiro Capítulo” texto introdutório e de apresentação do blog e da própria escrita, e depois chequem o tal filho que produzi – dado importante: sem dor de parto! hehehe
Ele se chama “Olívia“, nome também da minha primeira personagem!, e pede pra ser lido!
Se gostar, divulgue! =)
E obrigada pela atenção de leitor agora comum, não mais apenas querido, curioso ou paciente!
O blog: “Sob que máscara”- www.sobquemascara.blogspot.com
Beijos com cheiro de livro antigo
Arquivo do autor:Gabi Ramalho
"Noite dos mascarados"
Depois de muito prometer, muito rascunhar, muito apagar… finalmente chega pra vocês meu blog de ficção/fixão: www.sobquemascara.blogspot.com
O nome dele é “Sob que máscara?” e já adianto que será um blog de textos menos realistas e menos escancarados, mas – como bem aprendi com o Kundera – não menos sinceros ou pessoais.
Ainda não sei o que sairá desses textos, ou como eles sairão, mas a idéia e escrever pra ser lida! Por isso peço, desde já, que leiam e divulguem, recomendem aos queridos de vocês, queridos. Se gostarem e sentirem vontade, claro… não estou forçando ninguém a nada! hahahahaha.
Sintam-se à vontade também pra opinar, dar sugestões, comentar, e essas coisas todas de texto públicos em blogs…rs
Já tem um comecinho de personagem por lá…
Espero que gostem e aproveitem!!!
(Ah! Os que recebem as potagens deste aqui por email podem entrar no “Sob que máscara?” e optar por cadastrar seu email pra receber as postagens dele também…)
Um beijo grande e à todos, bom início de semana!
"Apanhar a bola-la, estender a pata-ta"
Ontem foi quinta feira, mas aqui em casa contou como sábado.
E como num bom sábado… nem a Maní escapou! hehehe
Acompanhem a evolução do processo:
Antes:
Durante:
Depois:
Ela está com essas caras fofas na foto, mas não estava feliz com a situação, não, viu?!
Nós até brigamos na hora de cortar os pelos que ficam entrando no olho e colocar o tic-tac … E olha que pra gente brigar, o assunto tem que sério! rs
(eu ganhei a briga. Se você olhar bem vai encontrar os tic-tacs na franja…hahaha)
Aposto que em momentos como esse ela fica desejando ser gata, me dar uma unhada e ir dormir segura em um lugar bem inacessível!
Pena (pra ela, bom pra mim) que ela é um cãozinho lindo que até consegue ser mal educada um pouco, mas que logo vem me dar beijo e trazer brinquedos!
Confesso que talvez esse seja um bom aprendizado pra mim, eterna dona de gatos… com algumas pessoas vale a pena não ser arisca, saber perdoar rápido e fácil e valorizar o carinho e o amor acima de tudo!
Maní, anotei a lição, amanhã você faz chamada oral, ok?!
rs
Beijos ronronentos e lambidas melequentas pra todos! =)
Ps.:Título de: “Um dia de cão”- Os Saltimbancos – Chico Buarque e Sergio Bardotti
"Sem me entender em mim"
Eu sou difícil de conhecer.
Eu sou difícil de conquistar.
Eu sou difícil de gostar.
Eu sou difícil de ler.
Eu sou difícil de acompanhar.
E isso me dá algumas garantias.
Não dá pra gostar mais ou menos de mim. Ou gosta ou não gosta.
Por isso eu sei que quem gosta, gosta de verdade. Gosta conhecendo todas as chatices, as manias, os mau-humores, a paciência flutuante, a capacidade de escuta, o humor ácido, os momentos de doçura…
E o contrário também vale: quanto eu gosto, gosto pra valer! E – por mais que eu seja indecisa em muita coisa nessa vida – quando eu gosto, sou fiel a esse gosto.
E assim como eu gosto de poucos, sei que pouco gostam de mim.
E fiz tanta análise nessa vida que já nem ligo pros que não gostam!
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Ontem minha mãe e meu irmão me apresentaram um negócio bacana: http://www.inspiira.org/
Tem um teste bem legal de “personalidade” nesse site. É um pouco longo, então tem que ter paciência, mas vale a pena fazer!
Claro que nem todos os resultados batem 100% mas, por exemplo, o do meu irmão foi até engraçado de tanto que fazia sentido.
Indico que façam e leiam o resultado com bastante atenção. Dá pra se surpreender, se divertir e aproveitar pra fazer umas boas auto-reflexões… rs
Boa sorte!
"Pense que eu cheguei de leve, machuquei você de leve e me retirei com pés de lã"
Acabam de sair daqui as últimas visitas da temporada (agora a próxima tá agendada só pra setembro). Foi mais de um mês com casa lotada todos os dias. Mais de um mês de gente dando atenção pra Maní quase o tempo todo. Mais de um mês de bons dias e boas noites multiplicados. De passeios turísticos – repetidos ou não – com pessoas diferentes. De mesa cheia e louça sendo usada até esgotar. De barulhos na minha casa que não sejam da construção ao lado. De coisas diferentes na geladeira e no armário. De dicas, instruções, troca de informações. De mais ou menos atenção que pude dar pros que estavam aqui – variando com as tarefas da faculdade e com meu bom (ou mau) humor. Mais de um mês da casa aquecida mais por calor humano que pela “calefação central por louça radiante”.
Depois de passar uma semana no Brasil muitos me perguntaram se foi difícil voltar ou “ir embora de novo”. Não, não foi! A semana brazuca foi uma delícia, cheia de reencontros gostosos e gordos, mas foi também cansativa, correria pra todo lado, sem ter nossa casa pra voltar, nosso cantinho pra descansar.
Foi uma delícia ir, mas foi bom também voltar. Foi bom e foi fácil! (não que eu não tenha chorado um pouquinho no aeroporto e nas despedidas…rs)
O que eu venho tendo cada vez mais certeza é que muito mais difícil do que voltar pra casa é deixar os que vêm visitar voltarem pras suas casas.
Por mais que a casa fique bagunçada, por mais que fiquemos sem “intimidade (como ter que colocar roupa e não pijama depois do banho, por exemplo), não importa, as visitas são muito boas!
Não só porque enchem o ambiente, mas porque são todos muito importantes e queridos os que passam (passaram, passarão, passarinho) por aqui!
E fica sempre um gostinho de quero mais.
E a casa fica vazia e enorme. E as coisas param nos seus lugares. E as luzes param apagadas quando devem estar. E a Maní fica mais sozinha. E eu fico sempre chorando quando alguém sai.
É difícil me despedir. Difícil não é ficar, mas sim deixar-los ir.
Mas… quer saber?
Que venham os próximos!!!
"Agora eu era herói…"
Na semana passada veio me visitar minha prima e grande amiga de infância, Nathalia:
E dentro do pouco que conseguimos conversar estávamos comentando sobre a imagem que temos de nós mesmas ao longo dos anos…
Aquela sensação quando olhamos pra um primo ou irmão mais novo e pensamos: “nossa, ele é tão criança, eu era tão mais adulta nessa idade; na verdade eu era quase o que eu sou hoje”.
Acho que nem sempre percebemos que crescemos, o quanto crescemos e o que mudou em nós. Talvez com um pouco de reflexão (e/ou análise. rs) isso fique mais claro, mas na maioria das pessoas com quem converso sobre isso, persiste essa sensação do “eu já era como sou”, sem se notar muito as “evoluções da idade”. rs
Mas sabe aquelas peças que a memória prega na gente? Como quando sentimos um cheiro e instantaneamente vamos parar em algum lugar longínquo, ou quando ouvimos uma música e nos sentimos ao lado de determinada pessoa?
Hoje essas duas coisas aconteceram comigo e, além delas, uma terceira ainda mais potente:
Meu pai e família estão de visita nessa semana e hoje subimos a montanha pra ir até Farellones pras crianças conhecerem a neve e brincarem um pouco de congelar. No final do dia, ainda lá em cima, encontrei um amigo que não via a muitos anos, da minha época de adolescência…
Na hora do encontro foi aquela coisa boa de “Nossa, quanto tempo! Tá fazendo o que aqui? O que já fez de bom no Chile? Fica até quando?Etc”, mas a onda de lembranças, sensações, sentimentos, até músicas e cheiros que esse encontro inusitado traria, viria só mais tarde…
E junto com tudo isso veio também pensamentos que eu nem sabia mais que poderia ter. Pensamentos que ao mesmo tempo que me habitam, não fazem mais parte de mim.
Meus 18 anos nem parecem tão longe assim (ok,ok…assumo que estou ficando velha…rs), tanto que posso reconhecer tais sensações como minhas, tanto que os sentimentos que vem com as lembranças apertam de leve o coração. Mas vem ao mesmo tempo a noção de que o que afeta é a lembrança, a nostalgia pelo que passou; não a emoção em si pois esta, claramente, ficou lá trás.
E quer saber? É muito bom notar que a adolescente também ficou pra trás. Que apesar de às vezes eu achar que sou a mesma pessoa que era quando entrei pela primeira vez na faculdade (meo deos! meu irmãozinho é tão jovem pra Federal! rs), sou (não “estou”, “sou” mesmo!) na verdade completamente diferente, muito mais forte e resistente e crescida e gordinha e madura e chata (tá vai, isso eu sempre fui) e bonita por dentro e por fora (porque não custa nada agradar o ego! hahaha)
E nessas horas agradeço por ter os cabelos brancos na cabeça e os calos no coração!
“Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”, sim, mas cada dor e cada delícia no seu tempo certo!
Ainda bem!!!
"Vou cantar-te nos meus versos"
Hehehe. Brincadeira, não tô fazendo poesia, não!
Vim só contar um pouquinho da visita do Brasil (que já tem quase um mês…rs)
Na verdade, na verdade, esse será um post de muitas fotos! rs
Claro que falta foto de um monte de gente e de um monte de situações.
Foram poucos dias, foi super corrido, mas tentamos ver o máximo de pessoas possíveis, visitar os lugares que precisávamos, comer as comidas de que sentíamos falta…enfim…vamos lá!
Primeiro as famílias:
– Conseguimos passar o aniversário do Claudio com ele!!
Qualquer semelhança….
A primeira vez a gente nunca esquece!
Andava me criticando ultimamente pelas minhas instabilidades, alterações de humor, capacidade de deixar que pequenas coisas alterem a totalidade de mim… essas coisas de mulher, sabem?!
Mas, pô, se até a Gaya, a “maior mulher de todas” pode ter suas instabilidades, tremer nas bases e deixar que um movimento alheio e superficial lhe afete tanto… acho que meu caso não é tão grave assim!
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Hoje senti meu primeiro terremoto no Chile! Terremoto não, porque aqui eles chamam de tremor quando é de leve.
Pois é, tremeu!
Foi um movimento de 6 graus da escala Richter que aconteceu a 22km de profundidade. Segundo os comentários da “população chilena” (no facebook) fazia um tempinho que não se sentia um tão forte e tão longo.
Aliás, foi por isso que senti, porque foi longo. (desde que estou aqui já aconteceram vários – vários mesmo! – outros tremores e eu nunca sentia nada)
Estava sentada no sofá, jantando e assistindo um filme no computador (portanto, com a cabeça ligeiramente abaixada) quando senti um pouco de nausea e achei que o movimento que via no computador fosse, na verdade, eu com tontura. Juro!
Aí levantei a cabeça pra ver se melhorava e reparei que não mudou nada…aí olhei pra frente e vi o vaso de flores em cima da mesa balançando, a água e as flores se mexendo. Aí virei pro lado e a tv – que não é pequena – também dançava. Aí olhei pro chão e a Maní tava dormindo tranquila. (hahaha)
A sensação de “finalmente estou sentindo um tremor” foi muito emocionante – os olhos encheram muito de água. Mas, como o tal tremor tava tremendo a tempo demais, logo veio o medinho – sozinha em casa, a noite, chuva, e essa coisa começa a tremer?!?!
Continuei sentada vendo o vaso na mesa, ouvindo uns sons de coisas balançando nos outros cômodos da casa… até acabar. Impossível dizer quanto tempo durou, mas parece uma eternidade pela quantidade de coisas que dá tempo de ver, pensar, ouvir…
Quando me senti segura levantei e fui verificar os arredores: não tinha nenhum vizinho no corredor, assim deduzi que não tinha sido grave. Todas as portas da casa ok e as coisas nos seus devidos lugares. Ufa!
Tudo no lugar, menos meu labirinto: a nausea continuava, a sensação do chão se mexendo também e por uns 50 minutos ou mais fiquei achando que estavam acontecendo outros tremores…rs
Desde que eu cheguei aqui dizia que queria sentir um terremoto, saber que tipo de movimento a terra faz, se tem algum som, como os prédios e as pessoas se comportam…
Bom, não cheguei a todas essas conclusões, mas finalmente senti um! E agora posso ficar sem o próximo por um bom tempo…hehehe
(se bem que dizem que depois que você sente o primeiro fica muito mais fácil sentir outros, mesmo menorzinhos…)
Fiquei acompanhando as notícias ( como essa ) e parece que não houve nenhum estrago, nem feridos, nem réplicas (já tem mais de 2 horas). Podem ficar tranquilos!
Eu sei que foi de leve, bobeira…mas é uma experiência muito incrível!
Se a expressão “perder seu chão” significa perder a sua mais sólida base, seu maior apoio, sua estrutura forte… bom… hoje eu vi na prática o quanto nosso chão não é “sólido” e isso faz mexer a estrutura da gente…ah, faz!
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Terça feira completamos 5 meses de Chile (meo deos, parece tão mais!) e a sacudida de hoje pode ter sido o território chileno pulando pra comemorar!
Ps.: Feliz aniversário pro meu “irmãozinho” que chegou hoje na maioridade! Uhu!!! (mais um motivo pra eu não esquecer a data)
Senevasseaquicêusavaski?
Imagino que quase todo mundo saiba que eu sou mega descoordenada. Muitos já me viraram levar (ou quase levar) milhares de tombos por aí. As manchas roxas das caídas, topadas e enroscos não são difíceis de encontrar em diversas partes do meu corpo. O que talvez nem todos saibam é que eu não sei andar de bicicleta.
Pois bem, processem todas essas informações antes de seguir lendo…
Pronto? Então vamos…
Neste mês de julho o Hotel MaLuGa está praticamente com lotação máxima, não tem quase nenhum dia sem visitas por aqui.
No sábado o Lucas foi pra Argentina, passar uma semana tendo cursos pra virar um futuro diretivo do banco (rs), mas fiquei muito bem acompanhada pelo irmãozinho Guto, seu amigo João, a primoca Nathalia e o parceirão Lucas (chamarei de Lucão pra não confundir…rs).
Aproveitando a reunião gostosa, ontem fomos esquiar!
O Lucão e o João já tinham esquiado antes, então tinham alguma experiência na arte. Além disso, o Guto e o João foram na quinta feira pro Colorado e estavam bastante treinados.
Eu e a Nathalia que nunca tínhamos esquiado na vida fizemos a aula “para principiantes” (acompanhadas pelo Lucão) e ela, apesar de ter apanhado um pouco no começo, foi insistente e ousada e acabou se saindo super bem nas montanhas branquinhas!
Já eu….bom, eu comecei a me machucar quando chegamos ao Colorado e descemos da van: derrubei a bota do esqui no meu pé e doeu pra caramba! Um pouquinho depois tropecei feio em uma escada (não, ainda não tinha calçado a tal bota).
Quando fui subir outra escada, agora carregando o esquipamento (botas super pesadas, esqui e bastões) precisei da ajuda de duas pessoas, porque enroscava os bastões nos degraus, quando ia soltá-los derrubava os esquis e quando abaixava pra pegá-los enroscava tudo na minha calça, e assim sucessivamente.
Depois veio a novela dos quinze minutos pra conseguir calçar cada bota (mas essa dificuldade é normal em todos os principiantes…rs), a caminhada patética com as botas nos pés e enfim, o começo da aula.
Fiquei à vontade quando vi que todo mundo ali tava tão atrapalhado quanto eu e fiquei aliviada quando não fui a primeira a cair parada – apesar dos diversos desequilibrios que já tinham acontecido!
Por algum motivo eu virei a primeira da fila e tinha que fazer tudo que o professor mandava antes de todos os outros, com todo mundo olhando. Vergonha pouca!
Eu não estava me saindo bem, mas não estava me saindo mal também.
Até o profesor mandar a gente se jogar no chão pra aprender a levantar de um tombo… Sério, é humanamente impossível levantar do chão com aquela bota e os esquis! Impossível! Pelo menos pra mim…
Foi ridículo! O professor vinha colocar minha mão onde tinha que ficar pra eu levantar, e a minha mão não fica de jeito nenhum no lugar certo. Meu pé ficava tentando fazer uma dobra numa luta brava com a bota e eu simplesmente não levantava!
Depois o professor ensinou um outro jeito alternativo e assim, depois de mais um pouco de ridículo eu saí do chão…
Aí chegou a hora aprender a fazer curvas. Pra esquerda, ok! Pra direita…nããããooo! (detalhe: quando eu estava quase aprendendo a andar de bicicletas, as curvas eram minhas maiores inimigas!)
Enfim, a aula durou quase 1h30. 1h30 de MUITO calor – quem inventou que tem que se encher de roupa pra fazer aquilo? Calor absurdo!
Esforço absurdo, cansaço absurdo, dor nas pernas e no pé, não me agüentava mais em pé, literalmente chegou uma hora em que me apoiava nos bastões e soltava todo meu peso neles, porque minhas pernas já tinham pedido água há muito tempo!
Bom, depois da aula fomos almoçar e depois de todos descansarem um pouco, foram subir as montanhas e descer nos esquis. Todos menos eu!
Eu estava podre. Cansada. Acho que o esforço da torta aqui foi mais do que a fraca aqui agüentava por um dia…rs
E, confesso, o fato de poder voltar lá pra cima depois, especialmente na companhia do maridão, autorizou minha preguiça a se manifestar…
Preferi passar o resto da tarde tirando fotos, brincando com a neve (ah, a neve!!!) e descansando meus pésinhos!
Chegando em casa fomos descobrir os estragos: tenho manchas roxas que não faço idéia de como, quando ou onde fiz. Meu tornozelo continua inchado, quase 24h depois! Quase todos os músculos ainda doem.
Acho que no final eu não cheguei na parte do esqui que é divertida, porque enquanto os outros estavam super curtindo o momento eu ficava me perguntando: “quem foi que teve essa idéia, mesmo???”
Mas isso não quer dizer que eu desisti de vez! Em não muito tempo pretendo subir de novo, e espero desenvolver uma relação mais amigável com o novo “esporte”. Não que eu costume me dar bem com esportes…mas se você está na neve, é pra se molhar, não é!?!
Agora algumas fotinhos pra ilustrar:
Beijos gelados a todos!




































