“Um brilho cego de paixão e fé” (parte 4)

(começa aqui)

Talvez porque eu já tivesse um carinho por aquela sala, não sei, mas, nossa, eu me sentia bem naquele lugar! Coloquei minha música, arrumei minhas coisinhas pra comer e beber, fucei em tudo que me deu curiosidade – tava divertido, tipo chegar num quarto novo de hotel bacana…não fosse o nariz entupido, a tosse e…ah! o trabalho de parto! Hehehe
Descemos pra lá era perto das 00:30h. Nesse ponto o Lucas já estava cuidando do aplicativo das contrações, então nem me lembro mais que ritmo elas tinham, mas sei que já tinham ritmo de TP mesmo!  E me faziam me mexer mais cada vez que vinham! Me mexia embalada pelas minhas músicas – aos olhos da equipe, eu dançava…rs

Logo que chegamos no quarto fizemos um cardiotoco – sem fio, então eu podia me mover pelo espaço (e tirar tudo do lugar, e fazer o Lucas ir avisar a matrona que “tá saindo!” E ela vir correndo achando que era o bebê e não os sensores!!! Hahahahahaha)
Kamilla (obstetra) e Ann-Shopie (matrona) ficavam na salinha delas, em frente ao quarto. De vez em quando Ann-Shophie vinha dar uma olhada e tchau..

A Eva tava animada, nós também! Conversávamos, riamos, comíamos (eles os chocolates, eu MUITA cereja!!)

 

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Estava também cansada pelo dia normal e inteiro que tinha tido, então às vezes tentava deitar pra descansar, mas além de estar muito empolgada pra dormir, as contrações não me deixavam ficar parada – eu sempre tinha que levantar quando uma vinha.

 

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Não sei exatamente que horas eram quando fomos pro segundo cardiotoco, mas nesse momento a Ann-Shopie me pediu pra ficar direto com os monitores (antes o plano era controle intermitente), não lembro de ela ter explicado detalhes, mas ok, confiei que se elas acharam importante monitorar mais de perto, melhor ficar com o negócio apertando a barriga mesmo!

 

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Eu e o Lucas íamos notando e comentando as semelhanças daquele parto com o da Cecília . Segundo ele, era tudo muito igual. Os tempos, as minhas reações, as mudanças, etc. Por isso, estávamos esperando a bolsa estourar “pro bicho começar a pegar”!! 🙂

 

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Por volta de 2:30 a Ann-Shopie  me pediu pra fazer um exame de toque pra ver como tinha evoluído. Eu não quis e ela ficou de vir perguntar de novo dali 1h.

Achei que era muito cedo pra já fazer outro toque – o primeiro tinha sido na chegada, por volta das 22h, mas eu não tinha ideia de que já estávamos no meio da madrugada…

 

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Eu tava lá, comendo, dançando, tossindo, tomando água, contraindo…vivendo cada contração e cada intervalo, sem me dar conta do tempo que passava… Mas ao receber a proposta/pedido novamente, percebi que já eram mais de 3h da manhã e topei o toque – cheguei a sugerir que não me contassem com quantos cm estava, mas depois achei que ficaria ainda mais curiosa e ansiosa se eles soubessem e eu não..rs

Quando a Ann-Shopie anunciou a constatação dos 7cm a Kamilla ficou realmente surpresa!rs

Ela disse:” a gente tá lá te ouvindo falar e rir e dançar… Estávamos preocupadas que você não estivesse ‘de parto’ de verdade”! Hahahaha

 

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Eu tossia tanto e respirava tanto pela boca que minha garganta estava constantemente seca, o que me fazia espirrar própolis toda hora e tomar muita água, o que me fazia, literalmente, ter que ir fazer xixi depois de cada contração… Era um saco!! rs
As horas iam passando e meu ânimo parece que ia aumentando.. Eu via o Lucas e a Eva com muito sono, sentia o cansaço nas pernas, mas estava na maior empolgação! Descansava as pernas sentando na bola de pilates, porque era mais fácil pra levantar quando a contração vinha.

Em algum momento decidi tentar deitar pra descansar de verdade, mesmo que não conseguisse dormir. Mas a Ann-Shopie logo entrou no quarto e pediu pra que eu me levantasse e tomasse água, pra “dar uma acordada no bebê”. Entendi o recado de que ficar deitada não tava legal pros batimentos cardíacos do Dante e não deitei mais!

A movimentação toda me dava um calor danado. Como já estávamos no meio da madrugada o ar lá fora já estava fresco, então além de aumentar o ar condicionado, abri também as janelas e curti muuuito o vento que entrava! Só me dei conta de que eu era a única que sentia o tal calor quando a Ann-Shopie entrou no quarto e comentou “nossa, que fresco aqui”, aí vi que a Eva e o Lucas estavam encolhidos e tentando se cobrir com o que encontravam por perto… Hahahaha

Nesse processo, claro, as dores foram ficando mais fortes. Eu já tinha tentando outras alternativas pra lidar com elas, como abaixar (algo que me ajudou muito no parto da Cecília) mas nada era melhor do que o movimento… Eu já dançava muito mais forte e rápido e tinha que respirar muito mais fundo!

 

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Me sugeriram a banheira e eu não quis, tanto porque achei que não conseguiria me mexer nela, quanto porque tava com calor DEMAIS pra pensar em “alívio na água quente”!
Em uma das (mil) idas ao banheiro, quando fiquei sozinha notei que tava sentindo uma angústia, um aperto no peito. Saí do banheiro direto pro abraço do Lucas. Precisava soltar a tal angústia e sabia que ali era o melhor lugar pra isso.

 

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Chorei. De realinhamento outra vez.

Chorei por todas as mudanças que eu sabia que estavam chegando. Chorei de luto pela vida que estava ficando pra trás. Chorei de emoção pela vida que nos esperava na frente. Chorei e me liberei. Pude então dizer pro Dante que ele já podia vir, que eu já tava “limpa” e pronta pra ele. Coloquei (ou já tinha colocado?) a playlist que fiz pro parto e ouvi emocionada o nosso hino!
Conforme a coisa foi apertando, o que eu PRECISAVA em cada contração era da mão do Lucas. Se ele estava longe ou distraído eu ia de braço esticado, quase correndo até ele quando sentia uma chegando. Apertava a mão dele forte e o fazia balançar comigo até passar!
Notando essa evolução a Ann-Shopie foi ligar o aquecedor de toalhas (“se é pra nascer num quarto tão frio, pelo menos que ele tenha toalhas quentes”, ela disse hahahaha) e já começou a arrumar umas mesas com coisas necessárias pro parto ali por perto.
Já era mais de 5h da manhã quando, além das dores estarem bem fortes, me bateu um super sono. Às vezes eu pensava que queria que acabasse logo pra eu poder dormir. Outras eu pensava que podia dar uma estacionada no progresso pra eu conseguir descansar antes da hora P. rs

 

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Minhas pernas eram as que mais sentiam o cansaço, afinal, estavam há horas me fazendo dançar…

Lembro com perfeição de quando olhei pra banheira e pensei “hmmm… Não custa tentar, ne?!”

Lucas foi chamar a Ann-Shopie e a Kamilla veio junto. A matrona rapidamente encheu a banheira e os dois me ajudaram a entrar. Lá dentro vi o tanto que teria que abaixar pra chegar no assento e brinquei que ia ficar de pé, só “fazendo escalda pés” (hahahaha), porque todas as outras vezes em que eu tinha tentado abaixar a contração tinha doído muito mais. A Ann-shopie me mostrou que um dos lados era mais alto, então comecei a abaixar e apoiar por ali. Nesse processo tive uma contração bem dolorida, mas logo que me ajeitei na banheira, senti o tal do famoso alívio que a água proporciona! Também nesse processo senti o que imagino ser os tais luxos involuntários – disse pro Lucas “acho que eu to fazendo força !!” rs

 

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A princípio eu ainda tinha muito calor, então pedia mais água fria. Assim fui me ajeitando, encontrando uma forma de me mexer e dançar ali dentro, meio deitada mesmo e relaxei! Muito!! E eu decidi que, contrariando as minhas expectativas, dali eu não sairia mais! Nessa de relaxar parei de fazer força e comecei a sentir muito frio, tremia e isso me fazia sentir mais a contração…

Enquanto a Ann-Shopie esquentava a água, o Lucas ia me molhando nas partes que estavam de fora da água e mais frias.. A Kamilla sugeriu que eu fizesse força pra ver se sentia alívio e senti!! Ela ofereceu fazer um toque pra ver se já dava pra empurrar efetivamente  e eu topei; então ela logo liberou “empurra o tanto que voce sentir vontade, que ele nasce!”

Lembro que eu planejava apoiar os pés nos cantos na banheira pra “empurrar melhor”, mas a cada contração e força eu sem querer trazia a perna em direção ao tronco. Era super eficiente e automático! Incrível! Além disso, se eu prendia a respiração pra empurrar, a Ann-Shopie discretamente me guiava numa vocalização de “aaaahhh” e era reconfortante fazer junto com ela,  o que garantia que eu soltasse ar junto com a força e não ficasse sem respirar!

Foram umas 4 contrações empurrando, mas em cada uma eu conseguia fazer várias forças, porque elas duravam meio que bastante.  O Dante já estava bem baixo e quando eu empurrava sentia pressão no períneo.  Em determinado momento fui com as mãos tímidas e curiosas em direção a minha vagina, a Kamilla percebeu e sugeriu que eu tocasse pra sentir o bebê, o que eu fiz e  achei incrível! Aí ela disse “faz isso na próxima contração”…

Fiz! E foi a coisa mais maravilhosa!! Senti a cabecinha dele descendo e eu controlando!!  Foi tão incrivelmente legal que dei uma gargalhada na hora – sim, no meio de uma contração de expulsivo! – e todo mundo começou a rir junto!

 

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Momento devida e lindamente registrado! ❤

E esse momento pra mim foi muito simbólico! Poder sentir nas minha mãos o que a gente tava fazendo. Com a minha consciência. A minha felicidade. A minha satisfação. A nossa conquista – que eu pude sentir tão próxima! E em tão boa companhia! Num clima gostoso de cumplicidade!
(Desde que entrei na banheira a cada contração a Ann-Shopie ficava com o monitor procurando o coração do Dante. Dava pra notar que ela tinha uma certa dificuldade, até pediram pra abaixar um pouco a música que continuava me embalando… Mas eu não senti nenhuma tensão da parte delas… O Lucas disse depois que sentiu, disse que, em alemão  a Kamilla perguntou algumas vezes do celular da Ann-Shopie e ele achava que era pro caso de precisarem pedir uma ajuda de emergência. Mas como eu nem reparei e não precisamos de nada, isso pra mim não fez diferença! rs)

Acho que na contração seguinte àquela em que eu senti o Dante, ele começou a coroar. E aí, minhas amigas, eu senti o famoso “círculo de fogo”!!! E, nossa… dói!!! Acho que mais que uma contração em si, sei lá.. Dói tanto que fiquei me perguntando onde raios eu estava no parto da Cecília pra não ter sentido isso! rs

A primeira reação ao sentir aquilo foi inibir a força, trazer o bebê “de volta pra dentro” e reclamar que tava doendo muito! Mas a Kamilla foi me incentivando e a Ann-Shopie me guiando na vocalização, ambas me deram ânimo pra empurrar apesar da dor (sim, nesse momento, e somente nele!, eu briguei com a dor)! A tal vocalização virou quase um grito e era muito impressionante porque aquilo realmente me dava a sensação de que a força (tanto quanto o grito) estava vindo de dentro.. Difícil explicar, mas era muito diferente da força mecânica que eu fiz no parto da Cecília… Acho que é a tal da força animal que a gente lê nos relatos de parto por aí.. Que coisa linda e forte de sentir!!

Não consegui me lembrar de abrir os olhos – acho que justamente porque eu estava lá dentro de mim, encontrando a tal força – mas minhas mãos  estavam de prontidão, protegendo o períneo e esperando, ansiosas, que o Dante chegasse!

E então, aquele “ploft” delicioso de escorregar um filho pela primeira vez para o mundo!!!

Diferente da irmã, ele veio em uma contração só, uma força só, um grito só: cabeça e corpo, tudo como uma “unidade” só, uma bolinha encolhida dentro da bolsa amniótica!!!!!

Eu não vi, infelizmente, mas senti em minhas mãos com perfeição aquela cena que assisti tantas vezes na internet…Meu bebê nascendo na água, dentro das suas próprias águas. Com aquela tranquilidade que só um bebê empelicado pode ter nessa passagem entre mundos!! Que coisa linda de sentir e viver!!!

 

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A Kamilla o aparou e desfez, ainda embaixo d’água, a bolsa, levando-o, então pras minha mãos e me ajudando a trazê-lo pro colo!

 

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Eu peguei meu filho! O abracei com as mãos, com o peito, com um beijo! Sentia uma felicidade que nem sei… Um sorriso que era impossível de fechar! Eu só ria! Não tinha aquele nervoso e a sensação de “putz, que surreal” que predominou quando a Cecília nasceu… Era só lindo e leve!

 

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A bolsa!

 

Tomei um susto com o tamanhinho dele e ficava repetindo “oi filho! Você chegou! Como você é pequenininho!” (ele nasceu bem magrinho, com só 2,860kg! e 50 cm)

Como combinado, eu cortei o cordão!! mas esqueci de tocar nele pra matar a curiosidade.. 😦

 

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Logo a placenta nasceu e o Lucas pegou o Dante pra que fosse pra cama, onde voltei a lamber a cria e o apresentei pro seu nosso novo lugar favorito no mundo: o mamá! hehehe

 

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Que delícia, minha gente! Que intenso! E que leve, ao mesmo tempo!

Que coisa mais linda nós começamos a viver nesse dia!!!

 

 

(as fotos maravilhosas registrando tão bem todas essas emoções são da Eva Gascón!!! clicando no link vocês podem ler também o relato dela do nosso parto! <3)

 

 

 

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17 pensamentos sobre ““Um brilho cego de paixão e fé” (parte 4)

  1. Pingback: “Um brilho cego de paixão e fé” (parte 3) | Aos queridos, curiosos e pacientes

  2. Nossa Gá…. Que gostoso ler seu relato! Você nos passou toda a calma, serenidade e tranquilidade que você diz ter sentido! E as fotos???? Parecem de Internet e posadas, de tão únicas! Muito feliz por vc!!! Grande beijo

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  3. História maravilhosa, fotos incríveis, parto perfeito! Parabéns, Gabi! Vc merece muito esse final feliz digno de novela (alguma vez contei que meu sonho era ter um bebê empelicado? Tem coisa mais linda e especial?).
    Que o quinteto daí seja sempre estupidamente feliz!
    Beijos nossos!

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  4. Ay Gabi…has conseguido volver a emocionarme. Sin duda un nacimiento muy especial, y saber cómo lo viviste tú lo hace más precioso todavía. Muy feliz de haber podido compartir con vosotros esas horas de baile, risas, empoderamiento, consciencia, dolor y VIDA.
    Momentos únicos que me alegro puedan contener en su corazón y con las fotos en su retina 🙂
    Moito obrigada ❤

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  5. Gabi, sinto muito orgulho de sua força, de seu querer e de sua coragem em realizar seus sonhos. Gosto da idéia de que os filhos são mesmo diferentes desde o momento de nascer. Sua experiéncia ganhou textura, profundidade e emoção com estas palavras escritas.
    Te amo muito. E desejo que vcs sejam cada vez mais felizes e unidos nesta nova configuração familiar. bjs.

    Curtido por 1 pessoa

  6. Gente do céu, que relato mais maravilhoso!
    Gabi, quero te abraçar!!! Que incrível que foi, menina!
    E sabe que me identifiquei em várias partes? Tanto sentimento, tantas sensações, né. Quando você descreveu que entrou na água e sentiu os puxos, lembrei na hora do meu parto. Foi desse jeitinho também, tão legal de ler outros relatos assim ❤

    Que demais, estou emocionada!

    Parabéns, de novo!
    Beijos e abraços em todos vocês.

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  7. Que lindo! Eu estou de 19 semanas da minha segunda gestação. Meu primeiro parto foi natural, humanizado, na banheira. Mas acho que eu estava numa confusão tão grande de sensações e sentimentos, que não consigo me lembrar tão bem de tudo o que aconteceu. Espero que desta segunda vez eu consiga ter mais calma, me realinhar, e realmente aproveitar essas sensações e sentimentos. Parabéns pelo bebê, pelo parto, pelo relato, por tudo! Rs! Um beijo!

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    • Érika, eu acho lindo quem consegue se aprofundar em si mesma e mergulhar no TP assim, a ponto de entrar fundo na “partolândia”!!
      Eu me mantive bem racional nos dois partos, o que é bom pra memória (rs), mas me deixa curiosa sobre essa experiência meio “transcendental”…hehehe

      Vou torcer pro seu segundo parto ser lindo e intenso, do jeitinho que tiver que ser!
      Depois volta e me conta! 😉

      Beijos e obrigada!

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