“Se faltar o vento, a gente inventa”

Sexta feira começaram as férias da escola da Cecília. Sábado minha mãe voltou pro Brasil. Segunda feira (vulgo amanhã) Lucas começará num novo trabalho (longe de casa).

Junte tudo isso aí e conclua que amanhã é que sentiremos o “agora é que são elas” nessa casa! A partir de amanhã estarei sozinha o dia inteiro com as duas crias.

(Só não totalmente sozinha porque depois de muita insistência de todo mundo resolvi concordar com contratar ajuda de uma faxineira todas as manhãs – porque todo mundo insistiu e porque eu notei que não daria mesmo conta de casa, comida, roupa e filharada toda! Não por enquanto, pelo menos…  =/ )

 

Enfim, não vou mentir: tô com medo de como será! rs

Cecília tá difícil, teimosa, fazendo de um tudo pra chamar a atenção (normal e esperado, né?! mas não por isso menos difícil…)

Dante está tendo boas crises de cólica – aliás, gezuiz!, que judieira isso de cólica, minha gente!!

E aí que já temos os momentos que nós três os dois entram em crise ao mesmo tempo, então tô aqui imaginando como será quando não tiver ninguém mais em casa pra me nos acudir!

E tô respirando fundo e tendo boas conversas com meu cérebro problemático que nunca lidou muito bem com bagunça e barulho e perda de controle… Coitado… rs

 

Ah! E sabem aquela imagem linda e serena do binômio mãe-bebê curtindo em paz a lua de leite! Há!!!
Substitua-a por essas circunstâncias contadas acima. Agora some a busca por uma nova faxineira. Agora a busca por uma nova escola pra Cecília. E ainda, a busca por uma nova casa.

Sim, estamos de mudança em pleno puerpério. Olhem que idéia de gênios! Há!

Suave… imaginam, né?!

 

Ainda bem que meu marido assume a dianteira das coisas – mesmo que ele o faça achando que meu problema é falta de sono e excesso de preguiça só.

Enquanto isso tô aqui, tentando sobreviver ao dia a dia nesse mar de (lama) hormônios e leite e sono e cocô amarelo e “terrible two” e brincadeiras e hormônios e cocô fedido e leituras e gritos e um calor dos infernos e choros e carências e hormônios e alergias e carinhos e músicas barulhentas e chamegos e lágrimas e mudanças e.. e… e… e…

deu pra entender mais ou menos, né?!

 

Mas olha, gente, agora que parei pra escrever e considerando isso tudo aí, diria até que vou muito bem, obrigada!! rsrs

E vocês, como estão?

🙂

 

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5 pensamentos sobre ““Se faltar o vento, a gente inventa”

  1. Gabi, lembra da máxima: pra melhorar é preciso piorar? pois só consegui pensar nela lendo seu post. força querida, que apesar de ser tudo de uma vez, vai passar. muitos beijos desejosos que dê tudo muito mais do que certo. e dará!

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  2. Vc é uma guerreira! Mãe maravilhosa! Graças a Deus te convenceram sobre a faxineira. Vai ajudar vc demais ficar liberada dos trabalhos de casa. Duas crianças já te ocuparão o suficiente.
    Se cuida! Boa sorte! E sucesso!
    Bjs

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  3. Pingback: “Deixar o seu amor crescer e ser muito tranquilo” – 1 mês | Aos queridos, curiosos e pacientes

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