A casquinha cicatriza a escolha.
A coçeira não deixa faltar o cuidado.
Na pele, mais pedaços do eu se expõem.
O corpo como um cartão de visitas meio às avessas que, de cara, passa informações sobre mim que na verdade, o outro só pode compreender se me conhecer de verdade, com tempo…
Por que eternizar no concreto, se as importâncias não deixam nunca a cabeça ou a memória?
Machucar pra marcar. Cuidar pra curar e, assim, poder ficar. Mostrar sem contar. Não deixar (de) ver.
Injetar a tinta pra apreender. Tatuar pra não deixar de ser.
Eu.